Rede Social de Nicho – Moda

byMk_blogSemana passada, meu irmão Humberto me mostrou uma materia sobre a byMK na Exame PME (segue link da matéria). A byMK é mais um bom exemplo de rede social de nicho. Hoje vemos diversos tipos de redes sociais, mas eu particularmente não conhecia a byMK (acho que ando meio fora de moda, rs), denominada a comunidade brasileira de moda. Com uma sacada que eu acho genial, dois engenheiros de computação (que não entendiam nada de moda) bolaram uma rede social aonde seus usuários podem criar looks com peças de moda. O conceito é muito similar ao que todas as garotas faziam com bonecas em papéis e barbies durante décadas: montavam seu look com roupas,

sapatos, bolsas, bijuterias etc, e depois mostravam para amigas, antes de reproduzir o look nelas mesmo. No byMK você monta seu look com diversas peças disponíveis e publica seu look para as pessoas comentarem e dar dicas. Além disso já possui serviço para você publicar seus looks em blogs por toda a internet.

A ideia deu tanto certo que empresas grandes já começaram a investir no site para disponibilizar suas peças em pequenas lojas virtuais, ou investindo em links patrocinados apartir de buscas dos usuários. Como prova do sucesso, a revista folha

de 7 de  fevereiro comenta: “Com tamanho sucesso, em janeiro o site foir parar na São Paulo Fashion Week. No estande da Seda, um telão de 42 polegadas “touch screen” permitia que os visitantes fizessem suas combinações, a exemplo do que os usuários fazem normalmente em seus computadores”. É bem legal ver o potencial das redes sociais em diferentes nichos, sem falar nas derivações de serviços que podem surgir a partir dessas redes. Para quem quiser saber mais sobre a byMK, segue o link do site e o link com várias publicações que já sairam na mídia sobre a byMK.

E você conhece algum bom exemplo de rede social de nicho? Comente por aqui…

Apresentação Lotusphere Comes To You 2010

lotussabeNos dias 23 e 25 de Março, fiz uma apresentação no evento Lotusphere Comes To you em São Paulo e Rio de Janeiro.  Na apresentação falo alguns passos de como obter resultados de forma rápida em soluções Web.  Citei seis pontos básicos que podem te auxiliar a obter resultados rápidos, seguem eles:

1 – Criação de uma solução web de forma simples (benefício de utilizar middleware de portal para implementar uma solução web de forma bastante simples).

2 – Implementação e Integração Rápida de aplicações críticas ao seu negócio (permitir integrar rapidamente serviços do seu ERP no seu ambiente web utilizando conceito de  builders para desenvolvimento de portlets).

3 – Reutilizar o que já existe (como reutilizar componentes já existentes, tais como industry toolboxes para portal e catalogo de soluções).

4 – Melhorar interações humanas em processos de negócio utilizando formulários eletrônicos e inteligentes (não adianta apenas otimizarmos processos, senão pensarmos em como melhorar a interação humanas de forma a minimizar erro e aumentar a produtividade).

5 – Minimizar o gargalo do tempo de desenvolvimento de aplicações utilizando conceito de mashup e aplicações situacionais.

6 – Aumentar a produtividade e inovação com a integração de ferramentas de colaboração dentro do seu ambiente web.

Para quem quiser mais detalhes, segue a minha apresentação (em formato ODF). Você consegue abrir com o Lotus Symphony ou BrOffice. Na apresentação possui links de videos demonstrando o passo a passo para executar alguns dos pontos acima citados.

Lotusphere Comes to You 2010

lcty2010

Depois de um tempo afastado, estou de volta ao blog. Antes de reiniciar nossa série de posts, gostaria de convidar a todos para particpar do Lotusphere Comes to You 2010. No dia 23/Março em São Paulo e no dia 25/Março no Rio de Janeiro.

Estarei presente em ambos os eventos com uma palestra sobre:  ”Como obter resultados rápidos em ambiente Web”. Conto com a participação de todos.

Para se inscrever, clique aqui.

Funcionalidades de um Middleware de Portal

middlewareportalDetalhar todas as funcionalidades que um middleware de portal possui, é uma tarefa complexa, para não falar impossível. Como não tenho objetivo de estressar, vou citar aqui algumas que acredito já justificar a utilização desse tipo de plataforma no desenvolvimento de portais web.

Abaixo segue uma lista sucinta dessas funcionalidades, nos próximos posts irei detalhar uma por uma, além de mostrar um vídeo demonstrando como fazer isso num middleware de portal.

Agregação – Agregação de Diferentes Aplicações/Sistemas em um único ambiente web.

Autenticação Única (SSO) – Permitir uma única autenticação do usuário (single sign-on – SSO), evitando que o mesmo tenha que “logar” em diversas  aplicações com usuários e senhas diferentes.

Personalização – Permitir a criação de um portal web de acordo com o perfil do usuário.

Customização – Permitir que o usuário final possa customizar seu portal de acordo com o interesse dele.

Flexibilidade na Camada de Apresentação – Permitir que as pessoas responsáveis pelo portal possam customizar o design, a estrutura de navegação e o layout do portal, de maneira fácil.

Busca – Possuir uma ferramenta de busca que facilite encontrar o que se deseja no portal.

Reuso de Componentes – Permitir reutilizar componentes desenvolvidos por outras pessoas (muitas vezes pessoas externas a empresa), evitando o efeito de reinventar a roda.

 As próximas 3 funcionalidades, não obrigatoriamente faz parte do middleware de portal, geralmente são considerados middlewares separados (depende do fabricante), porém como cada vez mais são requisitos fundamentais dos portais web, vou tratar como sendo parte de uma solução completa de middleware de portal.

Publicação de Conteúdo – Permitir que usuários da área de negócio, possam publicar conteúdos no portal, utilizando um fluxo de aprovação de conteúdo, podendo definir data de publicação e expiração dos mesmos.

Criação de Formulários e Pesquisas – Permitir que usuários da área de negócio criem pesquisas e formulários aos usuários do portal.

Colaboração – Permitir que usuários do portal colaborem e participem do portal da empresa, seja através de ferramentas de mensagens instantâneas, biblioteca de documentos, redes sociais, fóruns, blog, wikis, microblog e etc.

O gartner recentemente publicou sua última avaliação entre os principais Middleware de Portais do mercado (Magic Quadrant for Horizontal Portals 2009). Entre os principais podemos citar a IBM com WebSphere Portal (que lidera faz 8 anos o Quadrante Mágico do Gartner), a Microsoft com o Microsoft Office Sharepoint Server (MOSS), a Oracle com o Oracle WebCenter, a SAP com o NetWeaver Portal, a antiga Vignette (agora Open Text) com o Vignette Application Portal, Liferay com o Liferay Portal e a RedHat com o JBoss Portal.  Já andei brincando com a grande maioria, em breve vou tentar colocar mais materiais (treinamentos e etc) específicos de cada um. No próximo post, entrarei em detalhes sobre a funcionalidade de Agregação. Caso alguém lembre de alguma outra grande funcionalidade que acabei não citando aqui, por favor me ajudem!

Site X Middleware de Portal

portalNas minhas viagens pelo Brasil, um dos conceitos que é mais divergente de cliente para cliente é a definição de Portal. O conceito de portal vai desde uma simples página web, até um site de agregação de conteúdos diversos. Sem querer entrar no mérito do que é realmente um portal (deixo isso pros experts e acadêmicos), hoje minha maior dificuldade é explicar o que é um Middleware de Portal. É muito comum algumas pessoas não entenderem a diferença de adquirir um middleware de portal ou comprar um site pronto. Outro grande erro de entendimento é a diferença de um middleware de portal e de um sistema de publicação de conteúdo (famoso CMS ou WCM). Para começar a desmistificar o que é um middleware de portal, nesse post vou tentar explicar a diferença de comprar um Middleware de Portal no lugar de comprar um site. Pronto. Acho que muita gente de TI já entende essa diferença, porém acredito que são poucos os usuários da área de negócio que entendem essa diferença, logo acredito que esse post pode ser útil para muita gente.

Vamos lá, geralmente falo que a diferença entre comprar um middleware de portal e comprar um site pronto é análogo a diferença de comprar um playmobil e comprar um lego. Vamos pensar na seguinte situação:

“Um belo dia, seu filho pede um barquinho para poder brincar, você para resolver o problema, vai na loja e compra um barquinho do playmobil. Aposto que depois de 2 semanas seu filho vai enjoar do barquinho e vai querer um aviãozinho. O que você faz? Você vai novamente na loja e compra um aviãozinho do playmobil. Não tenho dúvida que você vai resolver o seu problema do momento, porém tenho certeza que você vai continuar com um problema do futuro, pois não tenho dúvida que mais 2 semanas, seu filho vai pedir algo novo, provavelmente um carrinho! Que tal se ao invez de comprar um barquinho do playmobil, você não compra peças do lego para montar o barquinho que seu filho pediu? Se em 2 semanas ele pedir um aviãozinho, você pede 2 dias, e monta o aviãozinho com essas peças. Essa analogia, serve para explicar a diferença de comprar um middleware de portal no lugar de comprar um site. Certamente acontece que em um belo dia sua área de comunicação, marketing ou RH pede um site com algumas funcionalidades, por exemplo: publicação de conteúdo, com comentários e rating de conteúdo. Você pode contratar uma empresa para fazer um site em php com essas funcionalidades para você. Não tenho dúvida que no máximo em 6 meses, sua área de negócio vai pedir que no seu site tenha fórum de discussão e blog do presidente. O que você faz agora? Chama a mesma empresa que fez a primeira versão do site, e compra um novo site com as novas funcionalidades. Em resumo, você resolve o problema atual, mas vai continuar com um problema quando ocorrer uma nova requisição da sua área de negócio. Que tal comprar uma infraestrutura (middleware de portal) que te possibilita construir portais de maneira simples e ágil, permitindo adicionar caixinhas de aplicativos (os famosos portlets) conforme a demanda da sua área de negócio? Não só você estará resolvendo seu problema de hoje, como estará adquirindo uma infraestrutura que permite você atender em um tempo bem menor e com risco bem menor novos requisitos da sua área de negócio no seu portal”.

Acredito que agora ficou mais claro a diferença de comprar um middleware de portal no lugar de comprar um site pronto. Provavelmente agora você está se perguntando quais funcionalidades existem nesse middleware que permite o desenvolvimento de portais em tempo menor e com menor risco, e quais são os principais players do mercado que oferecem esse tipo de solução. Como esse post já está ficando bem extenso, vou deixar esse detalhamento para o próximo post. Prometo não demorar dessa vez.

Caos do eMail

emailCada dia que passa, tenho mais certeza que precisamos fazer algo urgente para resolvermos o que chamamos de “caos do email”. Hoje em dia é normal alguns funcionários receberem de 50 a 100 email por dia. Isso sem falar nas pessoas que possuem cargos gerenciais, que deve passar de centenas de emails diários. Semana passada, recebi dois emails que descrevem bem o  caos do email em que vivemos.  O primeiro era um email com uma única frase: “Você estará em Brasília essa semana?”.  O outro era um email para mais de 10 pessoas com anexos totalizando 50 Mb com o seguinte texto: “Para conhecimento de todos segue os documentos que gerei na reunião com o cliente…”.  Esses casos me comprovam que está na hora de mudarmos a cultura das empresas de utilizar correio eletrônico para diversos fins, tais como:  meio de formalização e histórico de comunicação entre as pessoas, meio de compartilhamento de arquivos, até mesmo como meio de transmissão de mensagens curtas e síncronas. Com o tempo as empresas/pessoas vão descobrindo outras ferramentas de colaboração, tais como: Ferramentas de Mensagem Instantâneas, Sistemas de Colaboração de Equipes e mais atualmente ferramentas de Redes Sociais.

Todavia as ferramentas citadas anteriormente, não facilitam a geração do histórico do processo colaborativo. Para explicar isso, imagina a seguinte situação: você está em uma atividade com mais de 2 pessoas.  Para alcançar o objetivo dessa atividade, vocês trocam emails, documentos e mensagens instantâneas. Depois de de 2 semanas entra alguém novo nessa atividade. O que você faz para atualizar essa pessoa do que foi feito? No final acaba dando foward dos emails e documentos trocados anteriormente, correto? Bem, nos últimos anos papas no assunto de colaboração tem defendido o conceito de que pessoas colaboram em relação ao que chamamos de atividades (algo maior que um tarefa, mas que é menor do que um projeto). Para alcançarmos o objetivo de uma atividade, realizamos um processo informal de troca de conhecimento, que nada mais é do que chamamos de colaboração entre as pessoas.  Uma das ferramentas que implementam esse conceito de colaboração orientada a atividades é o Activities do Lotus Connections, que permite gerar um histórico de tudo que é realizado em uma atividade, desde emails, documentos, tarefas, até mensagem instantânea. O legal é que o activities do Connections permite que você adicione emails e mensagens direto da sua ferramenta de colaboração, sem necessidade de salva-los como arquivo e depois fazer upload no site do connections.  Para quem quiser conhecer mais sobre o conceito de colaboração baseado em atividades, e entender como isso pode minimizar o caos do email que enfrentamos hoje, segue link de uma apresentação realizada no Lotusphere de 2006, e segue um artigo publicado no IBM Journal of Research and Development sobre activity-centric collaboration. No próximo post coloco um video demonstrando um pouco esse conceito.

Public & Private Social Networking

private social networkingNos últimos posts dei dois exemplos de redes sociais governamentais públicas (govLoop e nósGov), ambas desenvolvidas com o Ning. Para quem não conhece, o Ning é uma plataforma online para criação de redes sociais. Chamo de redes sociais de nicho, pois geralmente são focadas em temas/assuntos específicos, e são públicas pois permite que qualquer pessoa pode se cadastrar e participar. Hoje em dia, vemos também uma quantidade maior de plataformas de Software pago para criação de redes sociais. Com essas ferramentas, além de criar redes sociais públicas, também é possível criar o que chamamos de rede social privada e corporativas. Um bom exemplo desse tipo de social networking, é o caso que uma empresa geograficamente distribuida cria uma rede social na intranet, objetivando aumentar a colaboração de seus funcionários, permitindo que pessoas que não se conheçam, possam colaborar através de comunidades, blogs, wikis e arquivos. Esse mesmo conceito pode ser utilizado para criação de uma rede social na extranet entre todos os médicos do Conselho Federal de Medicina ou qualquer outro grupo de classes. Em resumo, existem diversas aplicabilidades de social networking dentro do contexto empresarial. Para quem gostou do assunto e quer conhecer uma ferramenta dessas, segue abaixo o vídeo do Lotus Connections da IBM.

O vídeo já é da versão 2.5 que acabou de sair agora no final de agosto, com diversas novidades em relação a versão 2.0, entre elas podemos citar: microblog, compartilhamento de arquivos pessoais, wiki, sem falar nas melhorias significativas dos serviços de comunidades, profiles e bookmark social. A nova versão do Portal da Oracle (WebCenter 11g), possui serviços de Social Networking dentro do WebCenter Services. Infelizmente ainda não consegui testar, assim que conseguir colocarei outro post por aqui. Resumindo: esse tipo de ferramenta, acredito ser um bom exemplo de como melhorar a colaboração corporativa, sem falar no impacto positivo que causa no usuário final. Com o tempo as empresas vão entendendo que social networking não é só Orkut, LinkedIn e Facebook.

Web 2.0 no Governo

ibmbusinesscenterPara os interessados sobre o uso de novas tecnologias no Governo, seguem links para dois artigos interessantes do IBM Center for the Business of Government. O primeiro é sobre o uso do conceito de web 2.0 no Governo. Já o segundo artigo é com casos e dicas do uso do Blog como ferramenta de interação entre governo e cidadão.

Twitter em foco

twitterNas ultimas semanas o twitter foi a ferramenta de comunicação que mais causou borburinho na mídia. Acho que não é necessário eu explicar aqui o que é o twitter. Para quem quiser saber mais detalhes segue o link de dois bons posts, um do Mario Costa explicando o conceito básico do Twitter e outro do Gabriel Ramalho explicando o planejamento necessário no uso do Twitter como uma poderosa ferramenta de comunicação.  Como falei anteriormente nas últimas semanas vimos diversos casos do uso do twitter, nos mais diversos ramos. O exemplo mais famoso foi o caso do Senador Aloizio Mercadante que afirmou no seu twitter que anunciaria sua “renúncia irrevogável” de seu cargo de líder do PT no senado, dias depois voltou atrás na sua decisão após conversa com o Presidente Lula. O fato do twitter ser um ferramenta de fácil uso e que estimula o seu uso no tempo real das ações, cada vez mais veremos casos em que seu uso pode virar um grande problema. Outro caso negativo do twitter, foi com o meu time de futebol Fluminense. Devido a falta de planejamento da área de comunicação do time, o twitter era atualizado por uma pessoa da área de informática (na prática um torcedor), que durante um jogo do time chegou a postar as seguintes frases sobre um zagueiro do time: “Edacarlos é horrível”, “Edcarlos perde gol na cara” e “Não dá para aguentar esse cara”. Apesar desses casos que mostra a necessidade de um planejamento no uso de ferramentas de micro-bloging, essas últimas semanas tivemos também casos positivos do uso dessas ferramentas. Os próprios senadores vem utilizando o twitter como ferramenta de comunicação com o eleitor durante a crise do Senado, sem comentar o número de governadores que já utilizam o twitter no seu dia-dia (ex.: Serra-SP e Cid Gomes-CE). O próprio presidente Lula, que ainda não aderiu a moda, aproveitou carona nessa semana no twitter do senador Mercadante, para corrigir uma informação que ele tinha dado sobre o pré-sal. No futebol temos o caso do presidente do Atletico Mineiro que já anunciou duas novas contratações pelo twitter, antes mesmo de qualquer especulação na imprensa, e o caso do Treinador do Corinthians, Mano Menezes (com mais de 800 mil seguidores), que mantém a torcida atualizada sobre escalações, contusões e treinamentos pelo twitter. Na música, em julho a cantora Pitty anunciou a data de lançamento de seu novo disco pelo Twitter. E essa semana o escritor Paulo Coelho informou no seu twitter que disponibilizou 3 livros inéditos para download gratuito, como um presente a seus fãs no dia de seu aniversário. Para não me extender muito nos exemplos, um último caso é o uso do twitter como ferramenta de colaboração dos internautas para avisar de blitz da lei seca nas cidades. O twitter LeiSecaRJ tem mais de 4500 seguidores, que ficam informando aonde existe blitz na cidade do Rio de Janeiro, com sugestão de rotas alternativas de fuga. E o LeiSecaRJ é só um exemplo, se você procurar no twitter, diariamente você  encontra uma nova conta de LeiSeca para uma nova cidade. Hoje o twitter é realidade como um novo canal de comunicação, para os interessados segue uma matéria interessante da Forbes com dicas de como utilizar Twitter no meio empresarial.

iGovSP: Inovação no Governo de São Paulo

No embalo dos posts de government 2.0,o projeto iGovSP desenvolvido pelo Grupo de Apoio Técnico à Inovação (GATI), ganhou o prêmio “Melhores Cases de TI 2009″ na categoria Redes Sociais, promovido pela revista Info Corporate.

O  iGovSP é um portal de colaboração dos servidores públicos, aonde eles tem acesso a wikis, blogs, fóruns, comunidades, videos e outras ferramentas. Um exemplo de ferramenta do iGovSP é a rede social nósGov, que segue a mesma idéia do GovLoop citado anteriormente, só que é totalmente em português com foco na criação de uma comunidade de inovação no governo paulista. Interessante ver vários exemplos de inovação em projetos governamentais aqui no Brasil.